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Espaço de Luiz MiguelMnha Vida, Minha responsabilidade! |
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December 23 Viver sem Pressa!Viver sem pressa!
Viver sem pressa, sem pressa viver! Viver sorrindo, sorrindo viver! Viver cantando, cantando viver! Sorrir diante da vida, e mediante a morte sem a temer!
Ser feliz sem deixar o realismo, Pois este nos permiti sonhar, Sem do chão, os pés tirar! Flutuamos nos permitindo não ter egoísmo!
Viver sem pressa, sem pressa viver! Dia após dia, assim não nos consumimos, nos permitindo ser generosos, dignos e compreensivos, sem nos corromper! Talvez um dia, alcançaremos nosso saber!
Saber esse, que nos mostre o caminho, Da inteligência, da sabedoria! Caminhos que se dividem, sem se separar, ao mesmo que esse não seja apenas de ida. Tendo duas vias.
Para que possamos viver sem pressa! Para que sem pressa, possamos viver! Com idoneidade, e harmonia, Competência, sensibilidade, Solidariedade e simpatia! Ass: Luiz Miguel December 21 A FORÇA DO AMOR!
A força do amor!!!
O amor fortalece e engrandece! Faz o homem se entregar, ao amar. Mais se acaso este homem se enfraquece! Pode ter certeza, que foi a alguém errado se entregar!
Então seu coração fica frio, como uma pedra de gelo. Nesse instante ninguém pode culpá-lo, Pois esse coração já foi quente. E como uma chama que arde, Outro coração aquecerá, em uma fria tarde!
Tantos são os homens, que jamais amou! Seu coração permanece gelado, Sem o calor tão almejado, que muda o homem, e a vida que planejou!
Seres rudimentares, que luta sem objetivo, Às vezes morre por nada, Obedecendo uma ordem, que não vale a própria luta. Pensando que aquela era a única saída, Ele morre sem conhecer, a bela e honrosa vida!
Ass; Luiz Miguel O Eco do Silêncio!O Silêncio;
Ás vezes quando chamo por alguém, Só o silêncio ecoa! Ninguém me responde, Então percebo que a dependência não perdoa, resta-me as lágrimas, que percorrem minha fria e triste face!
Ao perceber minha solidão, clamo por Deus, Por saber que nele não existe escuridão! Tampouco deixará meus clamores! Sem respostas, nem aos dissabores!
Quando todos se escondem; Apenas a paciência me resta, entristecido, desapontado, um Sorriso amarelado, tal qual um bêbado semidesmaiado, em fim de festa!
A solidão não mais me assusta, Pois a ela já me acostumei! O que me causa arrepios, É a indiferença daqueles que um dia meu destino entreguei!
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Cheiro de mulher
Como a brisa suave que toca seu rosto
Ou o perfume da relva molhada
O cheiro da sua pele suada
O sol da manhã que a aquece suave e delicadamente
Que embriaga a quem ousar tocar
Cheiro de relva, perfume de jasmim
Dando a impressão de ser tocado por um anjo
Um perfume que inebria e acaricia
Os sonhos deste anjo criado por mim
Aparece de repente
Não dá para ver
Talvez haja quem a sinta
E este viva com tamanho prazer
Sua expressão, seu jeito de criança
Sua delicadeza, seu amor já maduro
Vê-se nos teus olhos tanta esperança
Tirando os corações desse mundo tão escuro
És como da primavera
Tens cheiro de flor, cheiro de terra
Trás consigo o perfume do amor
Que inebria, acalma e aplaca o calor
Caçadores de Homens!
O homem que caça o homem
Parece não temer a sorte
Trazidos de outro continente
A estes quase só restavam a morte
Dias e noites dentro de um navio negreiro
Presos por correntes como se fossem animais
Esses pobres e ricos negros
Uns reis, outros corajosos guerreiros
Tendo o futuro selado após serem caçados
Dentro dos porões desses navios
Meses e meses a fio
Chorando o mundo de lembranças
Maus os pobres ricos sabiam
O tamanho daquela involuntária mudança
Se não bastasse tamanha saudade
De um reino tão querido
Ao serem arrancados desse reino
Tinham seus corpos fustigados
Por um desconhecido
Deus criou o mundo e tudo que há nele
Desde então o homem não satisfeito
O vem mudando apenas para sua alacridade
Por se julgar o único ser perfeito
Mal sabe de sua incapacidade
Ass: Luiz Miguel
Letícia Spiller!
Seus cabelos loiros e sedosos Reluzentes assim como a lua que se veste Para uma festa, colar de pérola No peito um coração descompassado
Pele alva como a neve ártica Olhos azuis como o mar Não caminha, flutua Cativante e transigente Na tem uma estação definida Outono, primavera, inverno, verão
Estás sempre bela Seu corpo uma escultura De invejar D’Vinci Perfeição pura Uma pintura digna de ti
Sua boca bem feita Lábios rosados Doces como mel Perfeitos com são
Colo sedutor e excitante Transcende a imaginação Inigualável semelhança Obra divina, deslumbrante
Como um jasmim que ao florescer Exala seu perfume Inebriando quem ti se aproxima E assim hipnotiza se apodera Sem piedade faz sorrir e chorar
Assim és tu um anjo que surge E nos revela a vida Vida sua, vida minha Vida, apenas vida! Assim como um sorriso É só um sorriso, Quando oferecido veladamente Por obrigação sem sentimento Não emanado do coração DEDICADO À SANDY LIMA!
Após ver sua face diante mim Deparei-me com uma embriaguez Inspiração, quem sabe Passei horas admirando Está perfeição da natureza De cinzelada beleza
Arte natural Delínio característico Que abrange o sobre natural Aproximando-se do artístico Mãos divinais que estes traços Poderiam enriquecer ainda mais
Defere a tal obra Que me impede De retratá-la Apenas com palavras Um vocabulário vasto Ainda sim se torna lacônico Diante de tamanha perfeição
Eu que não passo de um poeta amador Mas nem que fosse profissional Teria capacidade De descrever-te em minúcias Pois és a própria arte Feita pela natureza Que não mede esforço E nem percebe quando o faz
Quando estamos sós
Ás vezes estamos sós, apenas sós
Sequer imaginamos a origem do universo
Pois nos tornamos amantes vagabundos
Solícitos embriagados, poetas desnecessários
Do nada pensamentos nos vêm
E como um raio nos atravessa
Arremetendo-nos ao passado
Embora este não esteja tão longe
Jaz esquecido naquele ínfimo instante
Mas surge como um gigante
E desnuda um amor esquecido
Um horror descomedido
Uma perda ou apenas uma dor
Dor de algo que deixamos de fazer
Pecado.
O pecado ás vezes pensado, Imaginado! Uma libido degenerado Querido, desejado. Que ascende o corpo Que jaz entorpecido Mas que surge assim Dentro de ti De mim De nós Mas do começo ao fim Ele é o que separa o certo do errado É gostoso É errado Mesmo pecaminoso és delicioso O olhar insinuante A mão Que acaricia Que toca Afaga o corpo ávido por um toque Que quente, febril anseia pelo pecado Esta mão que afaga Ao mesmo bate fere Mas que se estendida Ergue um qualquer Ah! O beijo Este que é O maior ato de prazer Maior que o sexo Que é o ápice Dos corpos Que latentes Ardentes em brasas, Após o ato em si Mas o beijo É a alma O começo de tudo O início O fim Pecado embora errado, Todos pecam Uns mais outros menos Mas o pecado é um ato que dissimulado Mesmo inconsciente trás e dá prazer Ao pecador!
Você
Delicada como as pétalas de uma flor Que lindas e perfumadas Por mim jamais podem ser tocadas Pois meu temor Confirma-se ao tocá-la
Estas murcham após tê-las tocado Mostrando que jaz não são mais puras Refletindo minha devassidão Donde outrora residia um puro coração
Vê-la e não tocá-la Não me incomoda Pois de ti nada espero Apenas o que quero é admirá-la
Então convenções me obrigam A fingir não vê-la Mesmo que diante de mim Esteja você Minha estrela
Porque o fazem para que tenham certeza Do meu distante olhar Mas este não se contém E a procura sem temer o falar O pensar daqueles que a tem
Sendo possível Tocar-te e não contaminar-te Poderias tu depois de tocada Ainda sim disseminar Teu inebriante perfume?
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